X da Questão: Entre Desafios e Esperança: O Que Nos Guia para 2026

Ao nos aproximarmos do fim de mais um ciclo, é natural fazer um balanço das experiências vividas e projetar os objetivos que desejamos alcançar no próximo ano. No entanto, a passagem entre um período e outro tem se tornado cada vez menos nítida. Entre metas, campanhas e desafios constantes, o intervalo entre celebrar o que passou e preparar-se para o que virá parece diminuir a cada ano.

Nesse contexto, fica a reflexão: ao longo de 2025, você foi mais resiliência ou paciência? Foi alvo de assédio ou acabou reproduzindo comportamentos que não condizem com nossos valores? E, se isso ocorreu, foi por pressão ou intenção? A pergunta pode soar incômoda, mas retrata a realidade vivida por muitos gestores, que transitam entre extremos em um ambiente onde a rotina de campanhas se intensifica e fragiliza.

A Caixa, ao longo dos anos, vem se afastando de sua principal vocação: ser a maior promotora de políticas públicas do País. Consequentemente, muitos empregados perdem o senso de propósito que sempre caracterizou nossa atuação — o de transformar vidas. Em seu lugar, instala-se a sensação de maratona diária, que eleva indicadores de adoecimento entre colegas e, por extensão, afeta a própria instituição. Como disse um amigo já aposentado, em conversa recente: “o excesso de campanha talvez revele a falta de estratégia”.

Não se trata aqui de rejeitar a importância dos produtos que a empresa oferece. Ao contrário: defendemos uma Caixa 100% pública, sustentável, transparente e verdadeiramente comprometida com as necessidades do cidadão. Dentro dessa visão, a empresa deve oferecer os melhores produtos e não barganhá-los ou empurrá-los.

Ainda assim, não devemos perder esperança. A frase “A vida pede mais que um banco”, que marcou um dos slogans da instituição permanece atual e simbólica. É nosso papel vivenciá-la diariamente.

É tempo, portanto, de celebrar as conquistas: as suas, as de sua família, as dos colegas que compartilham a rotina com você e, por que não, as do Brasil. Que a empresa volte também a celebrar realizações que contribuam efetivamente com o País e com a população que confia em nós.

Monte sua lista de desejos e objetivos. Busque bem-estar. Busque realizações. Mas, sobretudo, mantenha seus princípios. Não assedie e não permita ser assediado. Que as festas de fim de ano tragam renovação, e que 2026 seja um ano de equilíbrio, propósito e realizações.

Pedro Sérgio dos Santos Barbosa (Pepô) -
Diretor de Relações do Trabalho e Qualidade de Vida




 

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